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segunda-feira, 14 de março de 2011

ALMAH - Novo álbum para 2011

Tudo bem galera?

Ontem (13 de Março) o vocalista Eduardo Falaschi, vocalista das bandas Almah e Angra, anunciou que em 2011 o Almah irá lançar um novo álbum. Esse será o terceiro álbum do grupo que já lançou "Almah" em 2006 e "Fragile Equality" em 2008.



Por enquanto só disse isso, prometendo mais informações em breve.

Confiram ai no Twitter do vocalista: http://www.twitvid.com/BJMY7

HOLINESS - Entrevistas para redes de televisão

E ai galera, tudo bem? No post anterior apresentei a vocês a banda gaúcha de Erechim chamada Holiness e hoje venho trazer uma entrevista da banda para a RBS TV Erechim e uma para a TV UPF.

Nota se a falta de conhecimento da mídia para com o estilo, principalmente no segundo vídeo ao cara dizer que o diferencial da banda é "cantar em inglês", WTF? Mas mesmo assim são entrevistas interessantes (a segunda mais interessante, mesmo com os petardos do reporter).

Confiram então as entrevistas:



domingo, 13 de março de 2011

HOLINESS - Beneath the Surface

A banda Holiness foi fundada na cidade de Erechim no Rio Grande do Sul em 2008. Em 2006 algumas músicas já tinham sido parcialmente escritas, mas a banda só foi oficialmente formada em 2008. A Holiness lançou seu debut “Beneath The Surface” em 2010 e vem conseguindo chamar atenção do público headbanger.

Capa do álbum “Beneath The Surface”
Faixas:
1 – Rise (Intro)
2 – The Truth
3 – What I Want
4 – Higher
5 – Waiting For a Change
6 – Take Me Closer
7 – Mine
8 – Into The Light
9 – Breath In Time
10 – Uninvited (Alanis Morissette cover)
Lançamento: 2010
Gravadora: Independente

No seu debut a Holiness apesar de ser uma banda de metal melódico tem nas guitarras e no vocal certa diferença das bandas do estilo. Os riffs de guitarra são normalmente mais densos, pesados e distorcidos e a vocalista não tem o típico vocal agudo e/ou lírico. As músicas são relativamente simples em termos de estrutura e além do Heavy/Power metal que predomina no som da banda também se nota influências do Gothic Metal e do Hard Rock.

Rise é uma pequena faixa instrumental, mas não acrescenta quase em nada ao álbum, poderia até ser cortada do álbum que não faria diferença. The Truth se contrasta em vocal e guitarra. Os vocais não são pesados, mas as guitarras são muito densas e pesadas e o destaque da faixa vai para elas, além de um pequeno, mas eficiente solo de teclado. What I Want não é tão pesada como a anterior, é mais “melodiosa”, mas ainda assim as guitarras distorcidas estão sempre presentes. O que me incomodou um pouco, não sei se é loucura minha, mas o vocal pareceu meio baixo em comparação com os outros instrumentos. Higher é uma balada que começa só com o piano e depois entram o vocal e violão de forma bem cadenciada para depois ganhar certo peso. Nessa faixa se notam as influências do Hard Rock onde se destacam as linhas de teclado e o vocal de Stéfanie Schirmbek. Waiting For A Chance é outra balada com influência do Hard Rock, mais cadenciada que a balada anterior e tem um bom refrão. Destacam-se as guitarras e o vocal.

Take Me Closer volta com todo o peso que vimos na primeira faixa do CD e mais um bom trabalho da vocalista e dos guitarristas. Há também linhas de teclado muito bem postadas. Mine é mais cadenciada e melódica, onde encontramos passagens progressivas, um bom refrão e ótimas linhas vocais. Into The Light é outra com influências do metal progressivo, mas não chama muita atenção dentro do álbum. A faixa final (sem contar a faixa cover) é Breath In Time, pesada e intensa a faixa também é progressiva com destaque paras as guitarras.







Formação:
Stéfanie Schirmbeck – Vocal
Fabrício Reis – Guitarra
Luciano Dorneles – Guitarra
Hércules Moreira – Baixo
Cristiano Reis – Bateria


quinta-feira, 10 de março de 2011

GLORY OPERA - Equilibrium

Olá, pessoal. Hoje irei postar sobre a banda amazonense Glory Opera (depois de dizerem que eu só estava postando bandas de São Paulo =/) que foi formada em 1997 em Manaus.  No inicio em 1994 a banda se chamava Nostradamus até que em 1997 mudou o nome para Glory Opera. A banda lançou uma demo em 2000 e no mesmo ano a banda se tornou conhecida tanto pela demo lançada como também pelo fato de o vocalista Humberto Sobrinho e o baterista Helmut Quacken terem sido convidados por Rafael Bittencourt do Angra para fazer alguns testes. O Angra na época buscava por um novo vocalista, baixista e baterista. Mesmo com Humberto e Helmut não tendo sido selecionados, isso deixou o grupo em evidência que despontaria de vez em 2002 com o álbum “Rising Moanga” que foi muito bem recebido no Brasil e no exterior. No ano a banda foi eleita revelação do heavy metal nacional pelas revistas “Rock Brigade” e “Roadie Crew”. 

Em 2007 lançaram o segundo e até o momento último álbum, intitulado “Equilibrium” e esteve em turnê durante 2008 e 2009. Após as gravações a banda passou por uma reformulação onde trocaram os dois guitarristas e o baixista, mas quando Humberto Sobrinho foi anunciado como vocalista da banda Hangar no lugar de Nando Fernandes, ficou uma dúvida se ele seguiria nas duas bandas ou se o Glory Opera buscaria outro vocalista. O que aconteceu foi que a banda parou por um tempo e também o baterista Helmut Quacken se afasta da banda devido a uma grave doença no coração. Desde então o Glory Opera esteve inativo com seus outros integrantes seguindo em outros projetos e bandas. No inicio do mês de fevereiro de 2011 a banda apresentou movimentação e promete voltar à ativa em 2011 com muitas novidades. Vamos falar um pouco sobre o “Equilibrium”.

Capa do álbum "Equilibrium"
Faixas:
1 – Tucandeira
2 – Ants of Fire
3 – The Darkest Fear
4 – First Hunting
5 – Tempest of Fury
6 – Drowing into Madness
7 – Spirits of Sorrow
8 – A Leaf of the Wind
9 – Manhunt
10 – Sunset in Glory
11 – Sunrise in Disgrace
Lançamento: 2007
Gravadora: Independente

Essa foi uma banda que levei um tempo para conseguir convencer a colaboradora Luana a entrar num acordo comigo sobre a postagem quando ela ainda era colaboradora. Ela realmente não gosta da banda. Mas como eu sou o administrador e quem manda nessa bagaça sou eu, iria postar de qualquer jeito, mas acabei deixando para postar em outra oportunidade. 

De fato, o som que o Glory Opera apresentou em seu primeiro álbum, uma mistura de Heavy metal, Power metal, Metal Progressivo e ritmos típicos do norte do Brasil não é um som fácil de “absorver”, pois a banda tinha uma grande dose de virtuosismo no som e isso num show cheio de músicas complexas e intrincadas para alguns acaba sendo maçante. Nota se influências de Iron Maiden, Angra e Dream Theater, mas sem deixar a banda sem personalidade. Neste segundo álbum em que a capa do CD é uma pintura estilizada do Rio Amazonas e os temas líricos da banda são focados na cultura do Amazonas, uma fábula indígena que começou com o disco anterior e este disco fecha a estória, a banda apresenta ainda sua dose de virtuosismo, mas também há composições um pouco mais diretas que no anterior.  O álbum teve uma ótima produção e as músicas são todas muito bem trabalhadas, intrincadas, complexas e com as tradicionais influências da música brasileira.

A faixa Tucandeira é uma intro instrumental para Ants of Fire que é uma música rápida, pesada, com um refrão grudento e um maravilhoso solo de guitarra de Jean Rothen, além dos impecáveis vocais de Humberto Sobrinho e ótimas linhas de bateria de Helmut Quacken. The Darkest Fear é mais cadenciada que a faixa anterior, com bons riffs de guitarra e um bom solo e novamente Humberto Sobrinho de maneira melhor impossível. Conta ainda com toques de teclado que dão um ar especial. First Hunting volta com a velocidade de antes e riffs interessantes. Tempest of Fury é bastante complexa, com várias mudanças no ritmo e nos riffs, apresenta um batuque indígena bem colocado em um virtuoso solo de guitarra, além de um ótimo trabalho de bateria. Drowing into Madness é a melhor faixa do álbum onde está elevado ao máximo o feeling, a técnica e o virtuosismo da banda nessa epopéia musical de mais de 25 minutos. Uma música que pouquíssimas vezes ouvimos algo parecido, simplesmente magnífica que apesar de MUITO longa, não cansa em nenhum momento e arrisco dizer que ainda fica um gostinho de quero mais quando a música acaba.

Spirits of Sorrow é uma bela balada com muito feeling e destaque para o baixista Emerson Dacio e belas linhas de teclado e violão. A Leaf in the Wind é uma pequena música instrumental que serve de intro para Manhunt que é veloz e tem bons riffs e um bom trabalho na bateria. Sunset in Glory tem boas passagens de teclado, boas linhas vocais e destaque para o baterista Helmut Quacken. Sunrise in Disgrace finaliza o álbum da melhor maneira possível, mesclando virtuosismo e feeling. Merecem grande destaque, o vocalista Humberto Sobrinho e o baterista Helmut Quacken e o guitarrista Jean Rothen que são praticamente a essência da band.







Formação no álbum Equilibrium:
Humberto Sobrinho – Vocal
Casé Mar – Guitarra
Jean Rothen – Guitarra
Emerson Dácio – Baixo
Helmut Quacken – Bateria

Formação para 2011:
Humberto Sobrinho – Vocal
Renato Sotto – Guitarra
Fernando Giovannetti – Baixo
Thiago Forlevize – Teclados
Helmut Quacken – Bateria

    Foto da formação atual

domingo, 6 de março de 2011

PASTORE - The Price for the Human Sins

Olá, pessoal. Antes de qualquer coisa gostaria de agradecer a todos que estão apoiando o blog. Obrigado pessoal!

Hoje vou falar um pouco sobre a banda Pastore que é a banda solo do experiente vocalista Mario Pastore que já tem mais de 20 anos de carreira, porém sempre ignorado pela mídia. The Price for The Human Sins é o primeiro lançamento solo do artista.

Capa do álbum “The Price for The Human Sins”

Faixas:
1 – The Price for The Human Sins
2 – Fears and Lies
3 – Fallen Angel
4 – Far Away
5 – Just Human
6 – Hercolubus
7 – Horizons
8 – Keep the Flame Alive
9 – Nobody’s Watching
10 – Darkest Dreams
11 – Save My Soul
12 – Sign from the Skies
Ano de lançamento: 2010
Gravadora: Independente

O CD tem raízes no Heavy Metal dos anos 80, mas também com uma musicalidade mais atual. Esse CD apresenta de tudo um pouco que Pastore fez em sua carreira que tem como uma de suas principais características a versatilidade, sincronizando vocais agudos e vocais mais agressivos. É impossível destacar faixas no álbum, pois todas são de qualidade e o cd teve uma ótima produção.

A primeira faixa do álbum é rápida e pesada com Pastore mesclando vocais agudos e médios. Fears and Lies tem como destaque a bateria e a mescla de vocais com tons médios e agressivos. Fallen Angel é mais cadenciada, mas sem perder muito do peso e mostra Pastore com vocais mais graves que o normal. Far Away é pesada, com ótimos riffs de guitarra e um belo trabalho de bateria, além de vocais dobrados e um refrão marcante. Just Human é de 1995 quando Pastore estava na banda Opera’s Noise e apresenta uma versão mais moderna da música. Hercolubus mostra clara influência do metal oitentista britânico. Hercolubus é o nome do planeta que alguns dizem que é lenda, mas outros acreditam que esse planeta um dia se chocará com a Terra.

Horizons é uma balada que começa suave com violão e vocal suave que vai ganhando peso no decorrer da música para finalizar de forma tranqüila com violão e piano. Keep the Flame Alive é bem pesada, rápida e densa, com refrão grudento e clara influência do metal oitentista novamente. Nobody’s Watching tem um bom refrão e um interessante trabalho de vozes sobrepostas. Darkest Dreams não apresenta nada de novo para o álbum, mas tem uma ótima levada na guitarra e vocais agudos bastantes altos alternados com mais agressivos. Save My Soul tem um inicio cadenciado e depois vai mesclando momentos de agressividade com calmaria e também tem um refrão interessante. Sign from the Skies lembra bastante o Helloween, é bem melódica, mas sem deixar o peso de lado.

Um ótimo trabalho do experiente Mario Pastore!





No Myspace do Pastore há 3 faixas do álbum para ouvir: http://www.myspace.com/bandapastore
Comunidade no orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=45634069

Formação:
Mario Pastore – Vocal
Raphael Gazal – Guitarras
Fabio Buitvidas – Bateria
Ricardo Ravache - Baixo


sábado, 5 de março de 2011

SOULSPELL METAL OPERA - Entrevista para TV TEM

E ai galera, tudo bem?
No post anterior comentei sobre a Soulspell Metal Opera, projeto idealizado por Heleno Vale que lançou seu segundo álbum no ano passado. No dia 19 de fevereiro o programa "Revista de Sábado", que vai ao ar todo sábado pela "TV Tem" que é uma rede regional de televisão afiliada à Rede Globo que cobre cerca de 318 municípios de São Paulo com sede em Sorocaba, apresentou uma entrevista com alguns dos músicos do Soulspell.
É tão raro uma matéria sobre Heavy Metal na mídia que não poderia deixar essa passar (apesar de esse programa às vezes apresentar umas matérias com o heavy metal, essa não foi a primeira).

Confiram a matéria abaixo:

quinta-feira, 3 de março de 2011

SOULSPELL METAL OPERA - Labyrinth of Truths

Olá, pessoal. Estou de volta com um post sobre a Soulspell Metal Opera. O Soulspell foi idealizado pelo baterista Heleno Vale que é natural de Lençóis Paulista com o intuito de criar uma Metal Opera e lançou seu primeiro disco em 2008, disco este que dividiu opiniões. Alguns consideraram cópia descarada da Metal Opera de Tobias Sammet, o Avantasia e outros incentivaram o projeto que reuniu vários músicos da cena no país também com o objetivo de unir a cena heavy metal brasileira além de revelar novos talentos no metal brasileiro.

O álbum “A Legacy of Honor” de 2008 foi um bom álbum, mas claramente o projeto tinha potencial para fazer ainda melhor. Em 2010 o projeto de Heleno Vale lançou o segundo ato da Metal Opera sob o nome “Labyrinth of Truths” e calou a boca de todos que criticaram negativamente o projeto no passado. O terceiro álbum está previsto para lançamento no segundo semestre de 2011 e contará com a participação de Blaze Bayley e Tim"Ripper" Owens.

Capa do álbum “Labyrinth of Truths”
Faixas:
1 – The Entrance
2 – The Labyrinth of Truths
3 – Dark Prince's Dawn
4 – Amon's Fountain
5 – Into the Arc of Time (Haamiah's Fall)
6 – Adrift
7 – The Verve
8 – Forest of Incantus
9 – A Secret Compartment
Ano de lançamento: 2010
Gravadora: Hellion Records

O segundo ato da Metal Opera de Heleno Vale conta novamente conta com a participação de vários músicos nacionais, alguns conhecidos e outros nem tanto (inclusive ocorreu um concurso de canto organizado por Heleno em que os quatro melhores cantariam no projeto), mas desta vez também tivemos participações de músicos internacionais como Roland Grapow, Jon Oliva e Zak Stevens. Nesse álbum mais talentos foram revelados, um grande trabalho que Heleno Vale vem fazendo.

The Entrance é a faixa de abertura e é só instrumental que já deixa o ouvinte no clima do álbum. The Labyrinth of Truths segue mesclando linhas progressivas e agressivas com corais muito bem sacados e um refrão marcante. Dark Prince's Dawn tem um interessante dueto entre os vocalistas e não fica presa em clichês do estilo. Amon's Fountain começa de forma suave e depois ganha peso, com um refrão grudento e um belo dueto com Daísa Munhoz e Mario Pastore. Into the Arc of Time apresenta o maior caráter operístico do álbum, e conta com um dueto com as vozes de Zak Stevens e Jon Oliva que não cantavam juntos há dez anos desde que tiveram problemas no Savatage. Só mesmo Heleno Vale para conseguir realizar uma façanha dessas.

Adrift é uma balada mais simples que as faixas anteriores em termos de composições, mas transborda em feeling com os vocais de Daísa Munhoz e Lucas Martins. The Verve, Forest of Encantus e A Secret Compartment alternam entre velocidade e momentos cadenciados e cada uma é única com as belas interpretações dos vocalistas que não mediram esforços para dar vida aos personagens da opera. A última faixa do álbum conta no final dela com a participação de Eduardo Falaschi do Angra.

O Álbum é impecável, arranjos com riqueza, instrumental magnífico, corais primorosos e ótimos duetos. A produção é cristalina e é necessário exaltar o extraordinário trabalho de Heleno Vale que não desistiu nunca de levar esse projeto adiante.

O conceito por trás do álbum se desenvolve ao redor de Timo (filho de Tobit, personagem do primeiro álbum) que é interpretado por Mario Pastore. As decisões que Timo e os outros personagens vão tomando ao longo da trama acabam influenciando tanto o passado, como o presente e o futuro. A trama é fictícia, mas faz referencias e se entrelaça com vários momentos históricos como o nascimento do Cristianismo, as Cruzadas, a guerra de Tróia, Segunda Guerra Mundial e etc, chegando até o presente. A estória é muito bem estruturada e pode ser conferida no site do Soulspell Metal Opera.






Site do projeto: http://www.soulspell.com/

Formação:

Vocalistas:
Alex Voorhes (Imago Mortis) – Como “The Ripper”
Carlos Zema (Ex-Vogan) – Como “Hollow the Dragon, Guardian of the Labyrinth”
Daísa Munhoz (Vandroya) – Como “Judith, the Princess”
Dan Rubin (Magician) – Como “The Voice of Incantus”
Eduardo Falaschi (Angra) – Como “The Voice Entering the Labyrinth”
Gérman Pascula (Narnia) – Como “Ollaff, Timo's Childhood Invisible Friend”
Gui Antonioli (Anaxes) – Como “Amaranty, the Vampire”
Iuri Sanson (Hibria) – Como “Amom, the Egyptian God”
Jefferson Albert – Como “Padyal, The Worshipful Master”
Jon Oliva (Savatage) – Como “The Insanity Inside the Labyrinth”
Leandro Caiçolo (Ex-Eterna) – Como “Tobit”
Manuela Saggioro – Como “The Talking Diary”
Mário Pastore (Pastore) – Como “Timo, Tobbit's son”
Maurício Del Bianco – Como “Hammiah, the Magician”
Nando Fernandes (Ex-Hangar) – Como “Samael, the Prince of Devils”
Rafael Gubert – Como “Fredric, Tomo's Murdered Friend”
Raphael Dantas (Caravellus) – Como “Centaur, the New Prince of Hell”
Tito Falaschi (Illustria) – Como “Arlin, the Dark Angel”
Zak Stevens (Savatage) – The Conscience Inside the Labyrinth”

Intrumentistas:
Heleno Vale – Bateria
Gabriel Magioni – Teclados
Caetano Ranieri – Teclados
Mauricio Del Bianco – Teclados
Fernando Giovanetti – Baixo
Tito Falaschi – Baixo
Wanner Mauricio – Baixo
Rodolfo Pagotto- Guitarra
Cleiton Carvalho – Guitarra
Leandro Erba – Guitarra
Demian Tiguez – Guitarra
Roland Grapow – Guitarra